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Edição: 37
CONSTRUIMOS - UMA VEZ!
“Zuverlaessligkeit!” Tão longa a palavra, tanto mais rápido e mais completo o desempenho. A serpente vocálica aí de cima significa em alemão: pode confiar que o encomendado vai ser realizado da melhor...
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Edição: 36
DA IMPRENSA LIVRE E DE OUTROS MITOS
O sistema monárquico baseava-se no mito de que reis eram escolhidos pela divindade: o direito divino dos reis. Na prática, virada a folha da monarquia, a humanidade caiu na bobagem seguinte: a democracia ...
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Edição: 35
O GORJEIO DA FÊNIX
No dia 10 de novembro de 1989 recebi um telefonema com um recado curto: – Julio, o Muro caiu. Estamos festejando. Respondi: – eu também...
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Edição: 34
DE LOURAS E DE POUCA PERSPICÁCIA
No jornal da ANE – Associação Nacional de Escritores de maio último deparei-me com um artigo da Professora Rosângela Vieira Rocha intitulado: “Louras brilhantes”, no qual ela louva a inteligência de ...
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Edição: 33
PROTEGER O CRENTE, NÃO A CRENÇA
Com este título, Agnes Callamard, levantou um assunto de altíssimo interesse de todos, mundialmente, em um artigo no jornal londrino Guardian do dia 19 de março último. ...
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Edição: 32
A LITURGIA DO CARGO
Para qualquer viagem que alguém se proponha fazer, é prudente saber de onde ele sai. Nas usanças vocabulares, o jeito para nem perder o alvo nem os meios apropriados para se chegar a ele é buscar o que...
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Edição: 31
HISTÓRIA DE UMA MEIA HISTÓRIA, parte final
O diário londrino “The Guardian” de 4 de fevereiro último estampou um artigo sobre as várias opiniões israelenses a respeito das últimas eleições, então ainda não realizadas. ...
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Edição: 30
HISTÓRIA DE UMA MEIA HISTÓRIA, parte I
Jennifer Loewenstein é judia, Vice-Diretora do Centro de Estudos do Oriente Médio na Universidade de Wisconsin em Medison. Seu passaporte é estadunidense. Corre na internet um seu artigo ...
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Edição: 29
PALAVRAS, PALAVRAS, PALAVRAS...
Foram estas as palavras ditas por Hamlet, o nostálgico príncipe da Dinamarca quando, na cena II do 2º ato, o trêfego Polônio – o primeiro ministro que tinha servido ao rei assassinado e continuado...
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Edição: 28
DA SAGRADA PRIVACIDADE E DE OUTROS MAUS CHEIROS
Poucas dessas caricaturas de jornal representaram mais a opinião de tantos quantos com quem falei do que a que mostrou uma autoridade confortavelmente sentada no banco de trás de seu magnífico ...
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Edição: 27
CARA, CADÊ MINHA PÁTRIA?
Consta que Fernando Pessoa, depois de ter lido Machado de Assis, teria afirmado ser a língua portuguesa sua verdadeira pátria. Não sou nenhum Fernando Pessoa, mas o português também é minha...
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